SYNPHONIA DA VIDA

 

SYNPHONIA DA VIDA

 

“ESTRADA, MINHA ESTRADA, MINHA QUERIDA ESCADA”.

Andando e andando, passo á passo tento caminhar.

Seguindo em linha reta!

Curvas eu também encontro, e por elas tento passar!

Contra meu rosto, sinto os ventos.

Ventos frios e Fortes!

Tentando não me atrapalhar.

Isso não me destempera!

Andando e andando, passo á passo continuo a caminhar.

Na estrada que nem sempre é reta, cuidados têm que ter.

Saber que onde há subidas, descidas ão que haver!

Nas curvas das minhas estradas, percorro com muito carinho.

Nas subidas ou nas descidas, do mesmo modo caminho!

Corro contra o vento, Sol, chuvas ou tempestades!

Penso na minha infância, juventude e na velhice!

Olho para a frente nunca para trás.

Lembro do que me avisaram e no que eu disse.

Vejo cruzes em tuas ribanceiras,

Assim eu ando na estrada da vida!

Em outras por onde passei, algumas me dão saudades!!!

Lembro dos amigos, pais, tios, avós e filhos quando pequenos...

Do que mais lembrar agora?

Já tenho noras e netos?

Minha estrada, antes de barro ou lama, agora quase todas ladrilhadas...

Que sejas, de barro, lama, ladrilhos ou pedras, és perigosa, és cheias de venenos...  

Superior jamais tento ser!

E nem tento ser desigual!

Te meço com os meus passos,

Quanto mais eu penso saber!

Mas, eu tenho que aprender!

Sobre ti caminho,

olho ao chão cada passo que dou...

Parece que quanto mais ando, nunca chego ao seu final...

Aos lados não quero te olhar...

Nada de ti me assusta,

não sei como és lá na frente,

Caminho sem destemor,

não posso parar de repente...

Estradas, minhas estradas, quantos passos errei?

Tudo por minha culpa,

por andar apressado...

Andei com minhas forças e pernas,

Sabia que era sinuosa e longa,

também sabia que não era eterna...

Parece que nada andei, ou sequer eu me mexi!

Estrada minha estrada, me digas por qual a razão.

Se tudo o que eu andei, em ti andei em vão!

Estrada, minha estrada!

Em ti vou subindo ou descendo, pareço nada estar vendo.

Digas-me, do mesmo modo que subo.

É o qual acaba descendo?

Estrada, minha estrada, tão duros são os meus caminhos!

Sobre ti quem não sabe caminhar,

Escorrega ou cai, e assim acaba descendo!

Estrada, minha estrada, ó minha querida escada!

Subindo-me sempre quero estar!

Dê-me a sinalização completa, para um da aprender caminhar!

Da forma mais correta...

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